sexta-feira, 26 de outubro de 2012

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Se o "dinheiro não traz felicidade" não me importaria de experimentar como é ser 'infeliz', acertando as 6 dezenas da mega-sena.

Um amigo confidenciou-me que, pesquisou em vários cartórios País afora e não encontrou nenhuma procuração de Jesus Cristo autorizando alguém pedir dinheiro em nome Dele.

Para que reforçada seja a tese da possibilidade de outras vidas após esta vida, basta que observemos a prosperidade dos pilantras.

Um dos 'carrascos' da cultura no Brasil, é o seu próprio povo: paga o quanto lhe cobrarem por uma garrafa de cachaça e reluta em pagar uma 'merreca' por um liro.

Incompreensível para à minha 'vã filosofia' mas certamente há alguma explicação: alguém 'cresce' ilicitamente e 'sucumbe' quem tenta honestamente.

A insaciável 'fome' por dinheiro dos bem mais remunerados funcionários públicos no Brasil, é dos principais obstáculos à uma melhor distribuição de renda.


Em tratando-se de privilégios, cumpre-se a máxima: "a quem mais tem, deem-se mais; a quem não tem, tirem-se o pouco que têm".

Na minha inexplicável ignorância, não compreendo como apregoam-se rasgadamente não ao preconceito, e criam-se cotas para negros.

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