quinta-feira, 25 de outubro de 2012
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Se possível fosse entender o egocentrismo, por certo, alguém já teria inventado a egocentrologia.
Ao invés de dizermos que estamos sem rumo para o futuro, tentemos ser bons condutores; se não conseguirmos, contratemos um bom motorista.
No 'País de todos', a 'midiona' dá em cima de flanelinhas e assemelhados; enquanto isso, os pilantras de terno e gravata, 'deitam e rolam' com dinheiro público.
Que me perdoem os adeptos; mas quando vejo crianças em tenra idade dançando esses funks com letras esculachadas, tenho 'medo' do futuro delas.
A considerar pela 'montanha' de recursos destinados ao serviço público no Brasil - em especial à saúde - se o funcionário entendesse que é empregado do povo, com certeza trataria-lho com mais respeito. E o que 'lasca' é a tal da 'estabilidade'.
É melhor lamentar por ter tentado e 'quebrado a cara' do que ser 'platéia' enquanto outrem faça acontecer o que você apenas imaginou.
Se lamentamos o passado, esquecemos que o que nos move é futuro e deixamos de viver o presente.
Podemos nos sentir confortáveis numa cama rústica -sem colchão sequer - ou incomodados numa cama e colchão sofisticados; só depende das lembranças.
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